Sou a Sacerdotisa de Inana.
Me visto com o dia e a noite,
Trafego entre o submundo e as alturas estelares.
As eras são meros sopros diante do meu fluir.
Trago da zona malva e dos abismos sem nome
As correntes da própria matéria e da existência.
Sou o oráculo vivo,
Da sagrada e profana segunda esfera,
Onde a sabedoria primordial reside,
E onde a criação encontra o infinito.
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