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Mostrando postagens de abril, 2024

Não se enquadre, rompa! Não se submeta, conquiste!

Dança no vazio minha alma querida!  Dança a te ver recém-nascida!  Descobre que és dançarina de mudo nenhum!  E crias os mundos ao seu bel-prazer!  Destrói-os também!  Dança leve e estática onde tudo se imana!  E o transcendente é mais um mundo teu.  Cria de si mesma infinitos eons!  Que é apenas isso na eternidade.  Deixa arder o agora além dos raios de sol que na retina imperam,  deixa junto a tudo isso arder o profundo abismo das infinitas eras  onde podes cavalgar na fera dragão  E cria que é sua sina  Cria que é teu poder  Cria na beira da água calma do rio Eufrates  Cria na tempestade furiosa da nau que se naufraga  Cria com tua mais discernida palavra o que não pode ser criado!  E veja que nada é fora de si  E tudo está no tempo e fora dele também.  Entre o que crias e o que podes criar, esse é o agora.  Se tua palavra não expressa o que pode Cala-te agora, pois é tua...

O Devir: A substância que é substrato e a modulação da subjetividade até o patriarcado

em Esto ia. cria ndo u teor construção. kkkk uma Inserir Você enviou Sou um tanto feminista, mas esse pensar apesar de ter sim haver com o meu mundo subjetivo, também sinto que esse pensar me vêm como intuição Nas sociedades primevas a man eira de pensar o mundo era diferente.   Durante milhares de anos comunidades viveram num mundo onde a intuição e observação das correntes de tecitura da realidade banhavam o ente na magia pura. Onde não havia a dualidade como conceito estabelecido e entranhado no tempo, essa sucessão de momentos seguido infinitamente não existia. Sem o tempo como linearidade e com tudo sendo o mesmo já que a dualidade ainda não havia sido inventada, a interação entre os entes podia ser percebida também como uma única coisa, e essa coisa que estava em tudo era a magia. Uma trama que se constrói para todos os lados, plena. Lá, onde não havia ainda um conceito dualidade, o ente podia ir e vir de dimensões hoje insondadas com a leveza da inocência, sem os ...