Hoje há uma coisa, coisa, pois não consigo descrever. Há uma presença, um algo etéreamente concreto se espalhando e movimentando motores, gerando colapsos e prazeres. Perceba: há, no haver, algo que quase nunca se dispõe, mas que sempre se compoem, como isso, rima facil. Isso ronda agora, sem chegar, sem sair. Há clamores, o verbo que constrói verdades! Há silencio, o verbo que diz assim seja! Há tudo isso, e eu pequena no meu avesso vejo os sonhos nitidos dos que se dizem eu! Não se anuncia, não se impõe, apenas insiste. E nessa ronda há, no haver, o que não se dispõe. Nessas horas, dessas décadas a cravar, a gente mesmo se atualiza, mas a ronda é feroz — tacanhos algozes. Quem tem olho para ver?