Acredito que é necessário criar o sagrado em mim mesma, por mim mesma, sem me prender com qualquer egrégora que me limite de algum modo. Ser fluída nas filosofias e na busca de minha própria compreensão, fluindo com as marés do mar de Tiamat no amor mais doce e pleno que há, o conhecer a si. A cada abertura da consciência para compreensão do todo é o amor que se apresenta dissolvido em tudo. A partir do momento que vejo algo não há mais como ‘desver’, a cada abertura a percepção é mais sutil, mas também, tão mais enfática no ser. Não deixando dúvidas, nem culpas, nem medo pois é plena em si mesma.