faça-se do próprio símbolo linguagem faça-se praga para saciar sua voragem Habite para que não haja mais nenhum habitante Isso não é metáfora, é criar geometria até o ponto em que sature tudo mais.
Fora do tempo, E ele começa a bailar, para mim, Dois para frente e dois para trás Meia volta no mesmo lugar, As datas materialmente sincronizadas para que meu haver irrompa, E sou afinal o compasso que orquestra onde o tempo deve dar.