Como um Bêbado ou um Louco Que maravilha deve ser os que sabem! Nem tu nem eu sabemos, pois tudo se mantém em relação. Essa é a dádiva da vida! O jogo é pequeno, insalubre, não tenho que jogar. Vou aonde as águias mastigam carne, elas precisam. Vou além desses jogos de videogames, infantilizados, buscando horror lá longe, sendo que o horror está aqui, em terras Bradilis. Quer horror, querido? Veja a miséria à sua volta e faça poesia dela. É hipocrisia achar o horror no fantástico sem antes dar um lugar certo para ele no real!