O senso de crença não apenas valida a experiência, mas é também por ela validado: crer é o gesto que confere forma ao vivido, e viver é o ato que devolve consistência à crença. Um não se sustenta sem o outro — crença e experiência se geram mutuamente, no mesmo sopro.. Todo sacrifício é troca que só existe na tensão entre restrição e crença. A natureza é um velho vampiro velho, que suga a virilidade do caos. Transmutando mistério em matéria e matéria em servidão. O vampiro é dentro e fora da cognição, pois o que possibilita o pensar, dele se constitui. É um mapa já inscrito de antemão, um código de estruturação.