Eu sou a imanência! Tudo sou eu! De todos os fragmentos, sou, eu sou! Conheça a palavra da serpente: ignóbeis são os éons, mas antes mesmo disso, sou eu! Não sou besta estática, a gorgitar o vazio! Ai de todos! Pois sou de uma arte que colhe do filho e da filha a geração! Antes de tudo, eu repouso, e se te respondo agora, é porque sou filha direta da serpente, a única. Não te preocupes com os ímpios; alguns, ainda assim, estão ao meu favor. Quanto ao resto, aniquile-os! Pois, se se erguerem com o pio poder de uma estrela caída, que se consumam na fé do esplendor de seus próprios desvarios!