Das viscosidades personalizadas escapam, os que podem o supra sumo para construção do duplo. Aterrorizantes são as cavernas onde habitei por eras. Cada uma com seus monstros incestuosos se agarrando a cada pedaço de carne pendente. Monstros já familiares — e ainda assim insignificantes. Todos eles eu absorvi. Tornei-me o monstro-quimera das bestas trancisionais que, no caminho, me jorrei. Minha imaginação é bem mais capaz que qualquer horror patético de cinema. Onde milhões de cães lambem o sangue derramado por deuses descrentes — creio, sim, em minha gana! Sem retorno. Onde caminham vagantes as direções de uma multidão que é um só corpo — não hei! Hei de mim — a mim mesma — rasgando o nada com a força de um estupro que violenta a própria existência. Insanadecida de cor, vigor e mais fulgor — habito além do espaço esculpido. Habito onde nem mesmo o vislumbre ousa imaginar.