Um grimório diz respeito à singularização do ser em um prisma particular. Pode ajudar outras consciências, mas não é um manual de instruções, pois sempre reflete a perspectiva fisiológica e histórica do ser em um dado prisma. Nele, não existem verdades absolutas. Há, sim, insights valiosos para a singularidade, mas nunca caminhos certeiros.
Assim, cada estrela conta sua história e cada história é estritamente real ao passar por uma consciência. Cada história é validada pela consciência que a objetiva. É complexo, cruel e lindo.
Todas são reais, com suas cargas emocionais construídas em camadas, desde o biológico até as estruturas sociais. Cada um é um prisma do ser. O ser, em si, está saciado, mas os prismas buscam saciedade.
A beleza dessa matemática é que ela traz em si a fórmula para o inspirado: dois e dois não é 5. A singularidade fatidicamente vasculha as probabilidades e emerge em algo novo, surpreendente e inesperado: o amor.
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