Sarza in novex de nori
Blaglusoremasso inveto acontis mati
sursgruamos inverificil dea conta si
hugruhunte inmortele na victa inde mortis
comisereum ougs noventea
subscrevaterum in cavernoso
aqua langurfna micteia
micteia no fera in crobos su anerofomis
vaga em cognitus super leam
lamictorium flamigera note ungre
sonoctis invicefera anaocnte dea contes im margeade novera amabilis
outacera moris inveoratus e veretus no mea sonkte
muiiti libraes onferasde graunde nostra agnoratum
metea a micteia in miceia no vitro in vitro
per causalis abrognobilis
grosmassulia in veterum soma dei
Sarza in nexu noctis.
Per os grave inventus est limes afflictionis.Surgimus in inverificabili, dea contra se ipsa.
Irruens immortale, non victum, inde ex morte.
Misericordia crescens in eo quod adhuc nascitur.
Res subscriptae sunt in cavernoso.
Aqua languida, mixta.
Mixtio non fera in globos sub anemorphis.
Vagus extra cognitum, supra legem.
Lamictorium flammigerum in nocte aspera.
Sono noctis fera alternat; dea procedit inter terminos,
in margine novae amabilitatis.
Aut etiam: acies mortis inveterata et timita,
non mea consecratio.
In multis libris pondus magnae ignorantiae nostrae.
Mensura et mixtio in materia: non vitrum super vitrum.
Per causas ab ignobilibus ortas.
Massa crassa in corpore veteri dei.
A sarça no entrelaçamento da obscuridade.
Pela boca pesada, encontram-se os limites do abatimento.
Erguemo-nos no que não pode ser verificado, a deusa em oposição a si mesma.
O imortal irrompe, não vencido, advindo da própria morte.
A compaixão cresce no que ainda é nascente.
As coisas são inscritas no que é cavernoso.
Água lânguida, misturada — não transparente a si mesma.
Errante para além do conhecido, acima da lei.
Então, o manto portador de chama pesa na noite áspera.
No som noturno, a fera se alterna; a deusa avança pelos limites,
à margem de uma nova amabilidade.
A lâmina antiga da morte, envelhecida e temida,
não consagra — apenas permanece.
Muitos livros sustentam o peso de nossa grande ignorância.
Medida e mistura na matéria: não vidro sobre vidro.
As causas nascem do ignóbil.
Uma massa espessa repousa no corpo antigo do deus.
Sarça no nove-novo de nori
A massa balbuciante da língua
inventa dardos de pensamento.
Erguemo-nos no inverificável:
a deusa contra si.
Um rugido imortal, não vencido,
advém da morte.
A compaixão abre um olho-ouvido
no nove nascente.
Inscrevemo-nos no cavernoso.
A água lânguida pudesse misturar-se.
Pudesse misturar-se à fera,
em corpos sob forma humana.
Vagueia pelo conhecido,
sobre a leoa.
O lugar de abate, portador de chama,
unge a noite.
No sono da noite a fera se alterna;
a deusa conta, à margem,
uma nova era amável.
Outra matéria, de costume e morte,
envelhecida e temida,
não minha — sonkte.
Muitos livros-balanças e oferendas
sustentam nossa grande ignorância reconhecida.
Mede aquilo que pudesse ser misturado
naquilo que pudesse ser misturado:
no vidro, in vitro.
Pela causalidade ab-rogada do ignóbil.
Massa grossa no corpo dos antigos,
corpo — e soma — de deus.
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