Se em kant o que faz vontade é não ter um propósito como fim e em Nietsche a vontade se faz
na potência contida no devir do ser, nem um e nem outro negam que essas vontades são indepedentes.
Uma vontade definida pela falta de propósito ou uma vontade latênte do ser são ainda únicas pela distinção da perpectiva do ente da vontade, independentes umas das outras portanto.
Mas independente, com ação própria na razão e portanto auto direcionadora, não há abstrai de incorrer nas razões donde tornou-se vontade, de para ser vontade em potência sem propósito precisar se mesclar e
ser mutada e moldada nas vontades que cruzam sua tragetória.
Por isso não há como dizer una e inflexivél a vontade, mas multipla e mutante. A vontade
pensada como adjetivo do ser é rígida, inflexivél, contrária a natureza do ser.
Como constituinte do ser ela mesma é moldada e mutad
a nas trajetórias.
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