Acredito que é necessário criar o sagrado em mim mesma,
por mim mesma,
sem me prender com qualquer egrégora que me limite de algum modo.
Ser fluída nas filosofias e na busca de minha própria compreensão,
fluindo com as marés do mar de Tiamat no amor mais doce e pleno que há,
o conhecer a si.
A cada abertura da consciência para compreensão do todo é o amor que se apresenta dissolvido em tudo.
A partir do momento que vejo algo não há mais como ‘desver’,
a cada abertura a percepção é mais sutil,
mas também, tão mais enfática no ser.
Não deixando dúvidas, nem culpas, nem medo pois é plena em si mesma.

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