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No intervalo de um cigarro.

 Assim como é cima é em baixo! 

Cá de baixo sou touro ruminando 

tão previsível nos intervalos 

das minhas fumadas de cigarro. 

E depois de uns tragos 

vem de onde não sei 

um leão vaidoso e medroso 

guiando desenfreado a serpente quente. 

Quando chega na bituca

pousa no ombro uma águia calculista. 

Por fim a esfinge se pronuncia  

decidida  a ser o impulso mais forte 

durante a agonia do intervalo de um cigarro.


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