O dragão morde a calda o tempo todo. O tempo todo não é nada. O dragão sopra fogo e o fogo sou eu mesma. Eu luto com o fogo que sou eu. Eu luto com o tempo que não é nada. E não posso disso fugir, pois sou sou feita do tempo e do fogo. Mas se do tempo e do fogo Faco meu corpo sou além de mim. Sou movimento de energia . Sou.
Sem entender coisa alguma, mas trazendo minha perspectiva da sopa onde estamos encaldados!
Prefiro saborear as caudalosas fluências do que não é dogmático, preciso ser errante e retornar, preciso ser ação a se irrigar.
E mesmo ao escrever esse texto besta me enraizo aqui e me desfacelo diante a idéia do grupo. E para um final compatível com a atualidade: E está tudo bem, é sobre isso.😊

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