Como um Bêbado ou um Louco
Que maravilha deve ser os que sabem!
Nem tu nem eu sabemos,
pois tudo se mantém em relação.
Essa é a dádiva da vida!
O jogo é pequeno, insalubre,
não tenho que jogar.
Vou aonde as águias mastigam carne,
elas precisam.
Vou além desses jogos de videogames, infantilizados,
buscando horror lá longe,
sendo que o horror está aqui,
em terras Bradilis.
Quer horror, querido?
Veja a miséria à sua volta e faça poesia dela.
É hipocrisia achar o horror no fantástico sem antes dar um lugar certo para ele no real!
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