Entregar-se ao niilismo não é um ato de rebeldia, mas a forma mais singela de liberdade. É navegar por entre os mundos sem a necessidade de se fixar em nenhum. É o ar mental que se renova a cada inspiração. É a água que flui sem resistências. É o fogo queEntregar-se ao niilismo não é um ato de rebeldia, mas a forma mais singela de liberdade. É navegar por entre os mundos sem a necessidade de se fixar em nenhum. É o ar mental que se renova a cada inspiração. É a água que flui sem resistências. É o fogo que arde em pura combustão. É a terra que alterna entre a umidade e a secura no curso de seu ciclo.
É a aceitação plena dos contrastes vibranvtes que a existência apresenta, sem apego, sem oposição. As paixões, então, assumem outro sabor: o da apreciação desinteressada, livre de posses.
Esse movimento, eu diria, é o amor em sua forma mais pura. Ele busca o gozo, a energia, nunca se submetendo, mas expressando sua liberdade em cada ato, em uma incessante busca por mais e mais amor. arde em pura combustão. É a terra que alterna entre a umidade e a secura no curso de seu ciclo.
É a aceitação plena dos contrastes vibrantes que a existência apresenta, sem apego, sem oposição. As paixões, então, assumem outro sabor: o da apreciação desinteressada, livre de posses.
Esse movimento, eu diria, é o amor em sua forma mais pura. Ele busca o gozo, a energia, nunca se submetendo, mas expressando sua liberdade em cada ato, em uma incessante busca por mais e mais amor.
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