Rastejante, à espreita nas sombras e na luz,
Ludibriando o joguete de seus contrastes.
Eis-me aqui:
Profana Sagrada, feita de fogo e silêncio,
Oferecida não a deuses, mas ao abismo que os criou.
Não me amaldiçoam, pois sou já dedicada,
Eis-me aqui,
Eternamente a serpentear na furta-cor,
Que jaz das suas emanações entrelaçadas.
Eis-me aqui!
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