Só há no fora do fenômeno.
O Há não se dá no sujeito, mas no abismo que se devora a si mesmo.
O Não-Nascido habita esse fora:
irreferenciável, impessoal, sempre já presente no rastro que o mundo não alcança.
Não se prova, não se mede — só se verifica no gesto de atravessar o abismo.
Ser é estar no devorar, e o devorar é ser: a consciência, pura, só lá Há.
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