Nada precisa fazer sentido,
cabe apenas o gotejar dos meus fluídos sagrados,
gerando.
Deles, vetores são fluxos
que insistem no impossível.
Cada gota faz um orgasmo particular,
e no êxtase há eu — e eu mesma sou o impossível perpendicular.
Nada precisa fazer sentido,
cabe apenas o gotejar dos meus fluídos sagrados,
gerando.
Deles, vetores são fluxos
que insistem no impossível.
Cada gota faz um orgasmo particular,
e no êxtase há eu — e eu mesma sou o impossível perpendicular.
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