Essa é uma ode escarnia do mal que me constituí
Sigilo secreto que conjuro a usurpar minha luz
Trevas veneradas que se mostram sóbrias em plena vigília!
Como escaravelhos a carregar fezes,
assim me correm fluxos de um mal natural e supra natural.
Sou uma besta luxurienta cavalgando virtudes vans.
Há um sarcófago libertário dentro da casa-divã!
Comem comigo demônios sátiros na mesa farta da páscoa cristã.
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