O amor não é algo que se possui ou se controla completamente,
mas sim algo que se experimenta e se co-cria.
É uma força que flui,
se interpenetra com outras experiências e relações,
e que, portanto, está sempre em processo de mudança e evolução.
É uma maneira de ver o amor
como algo que se entrelaça com a vida
e a experiência de maneira orgânica e fluida.
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