Não posso saber o que há lá fora,
e mesmo se percebo algum espectro donde sou banhada,
é bem provável que um trilhão de vieses
venham inundar minha mente que ilhada na minha percepção
preenche os vazios com imagem matéria inerte.
O que me sobra é um amor infame pelo
pequenos símbolos delírios.
Fetiche, e é tudo o que tenho para amar.
Amo a imagem que não sei se é matriz ou se de lá que vem.
Mas só me resta amar, amar e amar.
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